“10 experimentos científicos que mudaram o mundo (parte 1 de 2)”

Ciência:
várias

Nível: básico

10. Flores de Darwin

Muitas pessoas hoje conhecem o trabalho de Charles Darwin, sus observações e estudos,
principalmente os realizados na Ilha de Galapagos, mas poucos conhecem seus experimentos
feitos depois que voltou à Inglaterra.

Estudando orquídeas, ele descobriu que para cada espécie da planta existia um tipo
de ave especialmente adaptada para polinizá-la, e utilizou os dados para fortalecer
sua teoria da seleção natural, descrito três anos mais tarde em seu livro “A origem
das espécies” (nome traduzido), utilizando a plataforma criada por seus experimentos
com flores para suportar toda sua teoria.

9. Decodificação do DNA

James Watson e Francis Crick levaram o crédito por desvendar os mistérios do DNA
mas o trabalho se deve em grande parte ao trabalho de outras pessoas, como Alfred
Hershey e Martha Chase que identificaram as moléculas responsáveis pela hereditariedade
em 1952, através de um famoso experimento com um vírus.

Depois deles, cientistas como Rosalind Franklin correram para traduzir o código
genético e a estrutura molecular.

8. A primeira vacinação

A varíola era uma doença letal que matou milhares de pessoas no século XVIII, e
a única “cura” conhecida era pegar a doença e sobreviver. Muitas pessoas morreram
tentando pegar a doença na esperança de pegar uma infecção leve.

Edward Jenner observou que as mulheres das fazendas de onde vivia pegavam a varíola
bovina, que não letal, e isso as protegia da doença que seria fatal.

Em 1796, Jenner decidiu testar sua teoria e infectar alguém com a varíola bovina
de propósito para comprovar que isso a protegeria da varíola, e a cobaia foi um
jovem garoto chamado James Phipps. 48 dias depois de infectá-lo com a doença bovina
e ele ter se recuperado, tentaram infectá-lo com a varíola e descobriram que era
realmente imune.

Hoje sabemos que os vírus são tão semelhantes que os anti-corpos produzidos pelo
nosso corpo são capazes de atacar os dois sem maiores dificuldades.

7. Prova positiva do núcleo atômico

O físico Ernest Rutherford já ganhou um prêmio Nobel por isso em 1908 por seu trabalho
com a radioatividade, cujos experimentos revelaram a estrutura do átomo.

Os seus estudos diziam que a radioatividade era composta por dois raios, alfa e
beta. Junto com Hans Geiger, provaram que os raios alfa era carregados com partículas
positivas.

Em um experimento com um raio alfa que passava por uma folha de ouro provou que
algumas partículas eram refletidas de volta, e então ele propôs o modelo conhecido
até hoje do átomo, que diz que o núcleo deve ser bem menor que os átomos (ou mais
partículas teriam sido refletidas) e que eles são carregados positivamente.

6. Visão de raio-x

Apenas três mulheres ganharam o prêmio Nobel, e uma delas é Dorothy Crowfoot Hodgkin
por seus estudos em Química. Foi graças a ela que foi revelada a estrutura de uma
das estruturas mais famosas na medicina: a penicilina. A substância foi descoberta
em 1928 por Alexander Fleming, mas os cientistas ainda sofriam para purificar o
elemento em busca de tratamentos.

Utilizando-se o raio-x em suas pesquisas com a penicilina, ela conseguiu cristalizar
compostos que eram necessários para análise. Observando as manchas criadas no filme fotográfico, resultado da difração dos raios no material, e após numerosos cálculos, ela foi capaz de determinar exatamente como os átomos da molécula de penicilina eram dispostos.

Ela ainda ganhou outro prêmio Nobel em 1964 por descobrir a estrutura da vitamina B12.

Continua…

Fontes:


http://science.howstuffworks.com/10-science-experiments.htm