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As sete maravilhas do mundo é uma lista famosa de majestosas obras artísticas e arquitetônicas. Há duas listas das sete maravilhas do mundo, uma é do mundo antigo e a outra é do mundo atual.

As sete maravilhas do mundo antigo

São obras erguidas durante a Antiguidade Clássica, atualmente a única que resiste parcialmente intactas são as Pirâmides de Gizé. A lista das sete maravilhas do mundo antigo:

Pirâmides de Gizé:

Construída há 5 mil anos a.C, levou 20 anos para ficar pronta e nesse período contou com a mão-de-obra de aproximadamente 100 mil homens. A pirâmide principal era o sepulcro do Faraó Quéops, já as duas menores eram para os faraós Quéfrem e Miquerinos.

Estátua de Zeus em Olímpia:

Construída no século V a.C pelo fabuloso escultor Phidias. Era feita em ouro e marfim medindo de 12 a 15 metros de altura. Foi destruída num incêndio em Constantinopla – atual Istambul, na Turquia.

Jardins suspensos da Babilônia:

Construído no século VI a.C pelo Rei Nabucodonosor, com o intuito de conquistar sua esposa que sentia saudades de sua terra natal, lugar onde morava antes de se casar.

Templo de Ártemis em Éfeso:

Construído pelos habitantes de Éfeso, o templo foi reconstruído e aumentado diversas vezes. Em 262 d.C. foi destruído durante a invasão dos godos.

Mausoléu de Halicarnassus:

Construído por arquitetos gregos sobre os restos mortais do rei, marido e irmão da rainha Artemísia.

Colosso de Rhodes:

Uma grande estátua de bronze, em comemoração a vitória obtida pelos habitantes da cidade Rhodes sobre o exercito de Demétrio Poliorcetes.

Farol de Alexandria:

Construído em 280 a.C tinha aproximadamente 135 metros de altura e no topo havia uma estátua de Hélio, o deus do Sol.

Está acontecendo uma votação mundial para a escolha das sete maravilhas do mundo atual para que assim a lista seja formada.

Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola



“Vamos fazer um experimento químico de verdade.”

Ciência:
Química

Nível: intermediário


Melhor do que explicar passo a passo em um texto é mostrar um vídeo. Como ele está em inglês, vou traduzir aqui os passos, mas as imagens já falam por si só.

Passos


1. Ligue os fios ao LED

2. Coloque o LED dentro da bexiga

3. Encha a bexiga com água e dê um nó

4. Congele

O passo 5 apenas diz para navegar no site que criou o vídeo enquanto espera :)

6. Remova a bexiga (a tradução literal seria a borracha da bexiga). Água quente ajuda.

7. Ligue as baterias e observe a mágica


 

Fontes:

http://www.youtube.com/watch?v=2h7u0axpnhs&feature=related



“O enxame de meteoros Perseídeas acontece HOJE!”

Ciência:
Astronomia

Nível: básico


Um dos mais famosos e popularmente conhecidos enxames de meteoros anuais é o das
Perseidas, assim chamadas pelo seu radiante na constelação de Perseu – acontece
em pleno verão para o hemisfério norte e inverno para nós do hemisfério austral,
e oferece como média cerca de 60 meteoros por hora. Contudo, as condições de observações
dos meteoros variam de ano para ano, em conformidade com que a Terra encontre, em
seu caminho, uma zona mais ou menos densa destas partículas.

Elas devem seu nome por parecerem rradiar-se da Constelação de Perseu. Além de ser
uma das chuva de estrelas fugazes mais espetacular, tem uma grande importância histórica
porque foi o primeiro caso comprovado da relação das Chuvas de Estrelas com os fragmentos
de um cometa.


Hoje acontecerá o pico de chuva de meteoros perseídeas na Terra.

Esses meteoros são fragmentos do cometa Swift-Tuttle (1862 III) que ficaram para
trás. Quando a Terra cruza com esse rastro deixado no espaço, acontecem as chamadas
chuvas de meteoros.

No caso dos perseídeas, a Terra cruza esse rastro no período de 23 de julho a 22
de agosto, mas o pico de meteoros atingidos pela Terra, é hoje, dia 12 de agosto
de 2009, com uma taxa de 80 meteoros entrando por hora.


Como observar: o ponto donde os meteoros de Perseid parecem radiar são localizados
dentro da constelação Perseus e são chamado o radiante. As Perseidas é uma das chuvas
de Meteoros mais consistentes e ativas, com um duplo pico comprovado, com um pequeno
aumento algumas horas antes do máximo principal.

 

Fontes:

http://caddourados.blog.terra.com.br/2009/08/11/chuva-de-meteoroso-perseideas/
http://www.franklinjr.com/blog/index.php/2009/08/12/chuva-de-meteoros-perseideas-na-terra-12-de-agosto/

http://www.constelacoes.hpg.ig.com.br/chuva_perseideos.htm

Pedra de Rosetta



“A Pedra de Rosetta desvendou os segredos do Egito”

Ciência:
História

Nível: básico


O Egito Antigo invoca imagens de faraós, pirâmides imponentes e tumbas cobertas de ouro. Séculos atrás, antes da arqueologia ser considerada um campo legítimo da ciência, exploradores fizeram uma incursão nas ruínas egípcias a procura de artefatos. Os colecionadores sabiam que se tratavam de objetos valiosos, embora não tivessem meios de saber quanto exatamente valiam. Devido ao fato de que os registros históricos de civilizações e monumentos continham inscrições em hieróglifos, linguagem que ninguém, nem mesmo os egípcios conseguiam decifrar, os segredos do passado do Egito pareciam perdidos para sempre. Até que a a Pedra de Roseta foi descoberta.

A Pedra de Roseta é um fragmento de uma estela, bloco de pedra com inscrições de registros governamentais ou religiosos. A Pedra é feita de granito negro e pesa cerca de Ÿ de uma tonelada (0,680 toneladas métricas). A pedra mede 118 cm de altura, 77 cm de largura e 30 de espessura, praticamente o tamanho de uma televisão LCD ou de uma pesada mesa de centro [fonte: BBC (em inglês)]. Mas o conteúdo das inscrições na Pedra de Roseta é muito mais importante do que sua composição. São três colunas de inscrições com a mesma mensagem, mas em três línguas diferentes. Grego, hieróglifos e demótico. Estudiosos usaram as inscrições em grego e o demótico para poder decifrar o alfabeto dos hieróglifos. Ao utilizar a Pedra de Roseta como um glossário de tradução, os estudiosos revelaram mais de 1.400 anos de segredos do Egito Antigo [fonte: Cleveland MOA (em inglês).

A descoberta e decifração da Pedra de Roseta são tão fascinantes quanto a tradução final das inscrições. Controversa desde o início, ela foi descoberta em 1799, numa expedição militar do então general Napoleão – mais tarde ela foi capturada pelos ingleses. Sua tradução ainda causa conflitos entre nações e, até os dias de hoje, estudiosos debatem sobre quem deveria levar crédito por decifrar o código dos hieróglifos. Até mesmo a atual localização da pedra é assunto para debate. O objeto sempre foi considerado de grande importância histórica e política.

Desde 1802, a Pedra de Roseta tem ocupado um espaço no British Museum de Londres. Enquanto a maioria dos visitantes considerem a Pedra como uma importante parte da história, outros a vêem como uma relíquia religiosa. A Pedra foi recentemente fechada numa caixa, mas, antigamente, os visitantes podiam tocá-la e investigar os misteriosos hieróglifos com os dedos.

A História da Pedra


Hieróglifos Egípcios (fonte: howstuffworks)

A mensagem gravada na Pedra de Roseta não tem a importância das línguas em que foi escrita. A Pedra data de 27 de março de 196 a.C. e traz um decreto feito por padres egípcios, endossando o faraó como um ótimo e honesto governante e respeitoso seguidor dos deuses egípcios [fonte: BBC (em inglês)]. Escrito abaixo do decreto, está uma ordem instruindo como a mensagem deveria ser compartilhada. Os padres claramente queriam que a mensagem fosse disseminada, por isso, solicitaram que fosse escrita em três línguas e entalhada na pedra.

Por si própria, a Pedra de Roseta não é mais extraordinária do que qualquer outra estela de sua época. Mas sua preservação nos ajuda a entender o passado do Egito e mudanças de governo durante o período greco-romano, quando o Egito era governado pelos macedônios, ptolomeus e romanos. Os faraós, dos quais a última foi Cleópatra, seriam sucedidos por cristãos coptas, muçulmanos e otomanos, entre os anos 639 e 1517d.C [fonte: BBC (em inglês)].

Governos tão diferentes causaram mudanças em todos os aspectos do estilo de vida dos egípcios, sendo a língua escrita o mais aperente. As novas regras trouxeram novas religiões e antigos deuses foram substituídos por novos. Como resultado, a mais sagrada das escritas, os hieróglifos, foi substituída também

O programa de tradução da Pedra de Roseta escolheu este nome baseado em sua capacidade de revelar os segredos de outras culturas através do conhecimento de línguas

 

Fontes:

http://pessoas.hsw.uol.com.br/pedra-de-roseta.htm

Miragem



“Hora de entender as miragens”

Ciência:
Física

Nível: intermediário

No tipo mais comum de miragem, um objeto parece ser refletido como se houvesse uma poça d’água no chão. Tal fenômeno é causado pela refração da luz, a inclinação de feixes de luz. A luz sofre desvios quando passa de um meio para outro, por exemplo, do ar para a água ou mesmo do ar mais frio para o ar mais quente. A idéia pode parecer estranha, mas é bem simples, na verdade.

Imagine que você está empurrando um carrinho de mercado em um estacionamento. Se estiver exercendo uma força constante, a velocidade do carrinho depende do meio em que está viajando, no nosso caso, a superfície asfaltada do estacionamento. E o que acontece se você empurrar o carrinho para fora do estacionamento e entrar em um gramado? Se o empurrar diretamente para a grama, ele simplesmente irá diminuir a velocidade. O meio com grama oferece maior resistência, o que requer mais energia para mover o carrinho de compras.

Mas se você empurrar o carrinho em direção à grama a um ângulo específico, vai acontecer uma coisa diferente. Se a roda da direita atingir a grama primeiro, ela vai desacelerar. Enquanto isso, a roda da esquerda continua sobre o cimentado. Como a roda da esquerda se move momentaneamente mais rápido do que a da direita, o carrinho vira para a direita à medida que se move sobre a grama. Da mesma maneira, se você sair de um gramado para uma área asfaltada ou cimentada, uma roda irá ganhar velocidade antes da outra e o carrinho irá mudar a direção.

Miragem

A mesma coisa acontece com uma onda de luz. Sua velocidade depende do tipo de meio pelo qual ela está passando. No vácuo do espaço, a luz viaja com sua velocidade máxima (não há matéria para reduzir sua velocidade). Já em um local cheio de matéria, como a atmosfera gasosa da Terra, a travessia é mais difícil, o que diminui a velocidade da luz. Conforme passa de um meio para o outro a um certo ângulo, uma parte da onda muda de velocidade um instante antes da outra parte, fazendo com que a luz mude sua direção.

As miragens acontecem quando há uma rápida mudança na densidade do ar presente na atmosfera, o ar em um nível é muito mais quente do que o ar em um nível adjacente (confira esta página para descobrir por que o ar quente é menos denso do que o ar frio).
Isso costuma ocorrer em dias de verão, quando uma estrada asfaltada que está sob o Sol aquece o ar logo acima dela, criando uma grande mudança nos níveis de densidade do ar próximo ao solo. Conforme a luz vai passando entre os diferentes níveis, ela é desviada e cria miragens.

Normalmente, a luz do Sol que atinge um objeto (como um carro, por exemplo) é refletida em todas as direções. Você vê o carro quando seus olhos detectam essa luz. Em um dia cinzento, você vê apenas a luz que se reflete no carro e vai diretamente na sua direção. É assim que você vê as coisas na maioria das vezes.

 

Fontes:

http://ciencia.hsw.uol.com.br/miragem.htm



“Quer andar pelas paredes? Os homens estão aprendendo com as lagartixas”

Ciência:
Física

Nível: Intermediário

Lagartixas são excelentes alpinistas: escalam paredes com uma velocidade que pode atingir um metro por segundo. O mecanismo usado por esses répteis para se fixarem às superfícies foi descrito pela equipe do biólogo Kellar Autumn, professor do Lewis & Clark College em Portland (EUA). Quando a lagartixa sobe pela parede, a geometria especial de seus dedos produz forças de Van der Waals, interações eletromagnéticas fracas que garantem adesão segura entre as patas do réptil e a superfície. A descoberta pode ajudar os engenheiros a desenvolverem novos tipos de adesivo.

Os pés das lagartixas, a principal fonte de inspiração de todos os cientistas que lidam com adesivos, ganharam um novo concorrente com a demonstração de um adesivo feito com nanotubos de carbono que é 10 vezes mais eficiente do que o adesivo natural encontrado nos pés desses animais e capaz de sustentar seu peso suspenso no teto.

O filme, feito com nanotubos de carbono, tem uma força adesiva três vezes maior do que o recorde anterior e 10 vezes maior do que a adesão dos pés das lagartixas. Mesmo com essa força toda, o adesivo é reversível e reutilizável, soltando-se facilmente com uma pequena força aplicada numa direção determinada.

Além das utilizações tradicionais de todos os adesivos, o novo material deverá ser importante no desenvolvimento de robôs de pequenas dimensões capazes de se locomover sobre qualquer superfície, inclusive andando pelas paredes ou pelo teto.

Os resultados até agora são promissores. Vários pesquisadores ao redor do mundo tem apresentado trabalhos que imitam a pata da lagartixa com seus milhões de cílios e interagem com superfícies usando a força molecular. Superfícies muito lisas ou até mesmo lubrificadas poderão receber o adesivo que também não deixará marcas.

O que é a tal força de Van der waals? Na química, o termo forças de van der Waals (também conhecida por forças de London, dipolo instantâneo e dipolo induzido) são forças intermoleculares formadas devido ao movimento da nuvem eletrônica e a consequente polarização das moléculas

 

Fontes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/For%C3%A7as_de_van_der_Waals
http://www.meiobit.com/meio-bit/ci-ncia/adesivo-usando-o-poder-das-lagartixas-geckos
http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/view/3839
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=adesivo-seco-reversivel-supera-pes-das-lagartixas&id=



“Por que sentimos sono depois do almoço?”

Ciência:
Biologia

Nível: básico

Depois do almoço, principalmente quando comemos bastante, sentimos uma sonolência inexplicável. Por que nosso corpo reage dessa maneira, se acabamos ingerindo alimentos que nos trazem energia?

Quando comemos, um processo acontece dentro de nosso corpo, o processo da digestão. Parte dele é um processo químico que acaba por aumentar o bicarbonato no nosso sangue, motivo pela qual sentimos sono.

Assim que a digestão se inicia, o estômago captura água e gás carbônico para formar o ácido carbônico que, ao reagir com o ácido clorídrico, dá origem ao ácido gástrico

Da reação entre os ácidos, sobra uma substância chamada bicabornato, que é absorvida pelo sangue e o torna mais ácido. Quando o sangue alcalinizado irriga o sistema nervoso central, provoca a diminuição da atividade das regiões responsáveis pela vígilia e pela concentração muscular

Quando o sangue alcalino circula pelo cérebro, causa sonolência. É o que chamamos de maré alcalina do sangue. Por isso, quando comemos comida muito gordurosa (mais difícil de digerir) ou ingerimos líquido após o almoço (que dilui o suco gástrico), temos mais sono, porque nos dois casos é necessário maior síntese de HCl no estômago, portanto, mais HCO3- no sangue

 

O que é ácido gástrico?

Ácido gástrico é o ácido hidroclorídrico presente no suco gástrico. É produzido pelas células parietais, estimuladas pela presença do hormônio gastrina.

 

Por que o suco gástrico não digere o estômago?

O órgão possui células que o recobrem internamente e produzem muco, uma forração gelatinosa. Ela funciona como um escudo para inibir a autodigestão porque protege as paredes do estômago das pepsinas (uma enzima) e do ácido clorídrico, principais substâncias do suco gástrico. Por ser alcalino, o muco neutraliza o ácido clorídrico, um potente corrosivo.

As pepsinas, que precisam de um meio ácido para trabalhar, também não conseguem atingir a parede do órgão. Mas quando alguém está estressado, o organismo pode aumentar a concentração de ácido clorídrico ou bloquear a produção do muco, provocando a formação das úlcera pépticas.

 

Fontes:

http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20060822065213AAIg4AQ
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070403213917AAkQHvD
http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81cido_g%C3%A1strico
http://super.abril.com.br/superarquivo/1996/conteudo_115309.shtml



“O eclipse mais longo do século”

Ciência:
Astronomia

Nível: Básico


O eclipse solar total mais longo do século 21 ocorre na próxima quarta-feira (22), e mergulhará em completa escuridão a China e a Índia, os dois países mais povoados do planeta –onde contos e mitologias evocam o fenômeno.


O astrofísico americano Fred Espenak definiu este eclipse do Sol como um fenômeno gigante, que poderá ser observado por nada mais nada menos que 2 bilhões de pessoas, um recorde na história da humanidade.


A partir das 06h23 na Índia (21h55 de terça-feira no horário de Brasília), a noite voltará a cair um pouco depois do amanhecer no estado de Gujarat (oeste).

Depois, a escuridão se irradiará por um corredor de 15 mil km de extensão e 200 km de largura, atravessando a Índia, o Nepal, o Butão, Bangladesh, Mianmar e China, e alcançando também as ilhas meridionais japonesas de Ryukyu.

“Será o eclipse mais longo do século. Nenhum de nós viverá o suficiente para ver outro igual”, afirmou Federico Borgmeyer, diretor da agência de viagens alemã Eclipse City.


O Sol ficará completamente bloqueado pela Lua durante seis minutos e 39 segundos em uma zona pouco habitada do Pacífico, um recorde de duração para um eclipse que só será quebrado em 2132.

A escuridão, no entanto, durará menos na Índia (entre três e quatro minutos) e em Xangai (cerca de cinco minutos).

O sexto eclipse total do século tomou conta da atividade comercial e turística no Extremo Oriente, a região geográfica ideal para aproveitar este fenômeno astronômico.

O Parque das Esculturas de Xangai, o melhor lugar de observação da cidade, anunciou que vendeu 2.000 entradas para 22 de julho, com óculos especiais incluídos e camisetas comemorativas. Os hotéis estão lotados.


Na Índia, a agência Cox and Kings fretou um Boeing 737-700 que decolará de Nova Déli antes do amanhecer, “interceptará” o eclipse total a uma altitude de 41 mil pés (12,5 mil metros) e voará para o leste, até o Estado de Bihar.

Os 21 lugares do avião do lado do Sol foram vendidos por 1.200 euros (US$ 1.700 dólares).

Enquanto isso, na cidade santa de Kurukshetra, norte da Índia, espera-se a chegada de um milhão e meio de de peregrinos para se banharem durante o eclipse.

Na Índia e na China, os contos e mitologias evocam nos eclipses o anúncio de boas fortunas, mas também de maus presságios.

O eclipse dessa quarta é “um momento muito perigoso no Universo”, adverte Raj Kumar Sharma, um astrólogo de Mumbai. “Se o Sol, o senhor das estrelas, está doente, então acontecerá algo de grave no mundo”, prevê.

Astrônomos e meteorologistas temem principalmente que as nuvens desta época de chuvas de monção no subcontinente indiano arruínem o espetáculo.

Se o tempo estiver bom, assim que o disco solar estiver coberto, o resplender da coroa solar será visível. Será possível observar protuberâncias ou jatos de gás incandescentes –projetados a milhares de quilômetros do Sol.

Mas, se o céu estiver encoberto, a queda das temperaturas e a repentina escuridão serão as únicas manifestações tangíveis do esperado eclipse.

 

Fontes:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u597536.shtml
Texto retirado da fonte na íntegra



“Nikola Tesla”

Ciência:
História

Nível: Básico/Curiosidade


“Nós pensamos em sua contribuição muito mais freqüentemente que as de Ampère e Ohm. . . o motor de indução e nosso sistema de força são monumentos duradouros a Nikola Tesla.”


Ao contrário de tantos pioneiros estreitamente especializados na história elétrica, a questão sobre quem Nikola Tesla realmente foi tem muitas respostas, dependendo da perspectiva do questionador. Apesar do fato de muitas de suas publicações técnicas ainda serem acessíveis, de várias biografias estarem disponíveis, e dele ter tido um impacto bastante amplo (não só na profissão de engenharia elétrica, mas também na sociedade como um todo) hoje poucas pessoas têm uma noção realmente equilibrada de quem ele era e o que ele fez. Isto é particularmente verdade de suas contribuições seminais para a tecnologia do rádio. Um número notável de artigos foram compostos para o público geral sobre Tesla – provavelmente tantos quanto sobre qualquer outro cientista na história. (Existem especiais de TV, peças, recitais, poesias e até mesmo canções populares sobre o homem.) Uma bibliografia anotada de Tesla foi publicada vinte e dois anos atrás que continha mais de 3.000 referências (e o número cresceu dramaticamente desde então).2 Várias revistas, jornais, sociedades e até mesmo “web-rings” foram criados como mídia exclusivamente dedicada para a discussão de suas atividades. Enquanto volumes poderiam (e foram) escritos sobre o cavalheiro, os autores presentes verão o trabalho dele de nossas perspectivas como cientistas e engenheiros.


Tesla recebeu sua educação formal no Instituto Politécnico em Graz, Áustria (ele se matriculou com graduações em matemática, engenharia mecânica e engenharia elétrica) e na Universidade de Praga (onde ele executou estudos graduados em Física). Depois de um período de prática profissional em Budapeste (onde, em 1882, ele concebeu a idéia de um campo magnético giratório para mover maquinaria elétrica), Estrasburgo (onde ele construiu que o primeiro motor polifásico), e Paris, ele imigrou para os EUA com a idade de 28 anos em 1884. Com sua descoberta do campo magnético giratório e a publicação de seu celebrado documento de 1888 sobre um novo sistema de motores e transformadores de corrente alternada, sua posição na história da ciência e tecnologia elétrica estava permanentemente estabelecida.3 Depois de palavras de elogio ao inventor diante de uma reunião da Sociedade Real em Londres em 1892, Lorde Rayleigh declarou que Tesla possuía um grande dom para descoberta elétrica. Em 1896, no Franklin Institute na Filadélfia, Lorde Kelvin diria, “Tesla contribuiu mais para a ciência elétrica que qualquer homem até sua época”. Suas descobertas e criações fundamentais atravessam a ciência básica, sistemas, tecnologia e componentes. Ele foi um dos primeiros cientistas a assimilar a distinção entre ressonância global e distribuída e, depois de se reunir em 1892 com Heinrich Hertz em Bonn, foi o primeiro a patentear a amplificação de voltagem através de ondas estacionárias em ressonadores distribuídos.4,5 (A técnica seria usada subseqüentemente por David Sloan,6 E.O. Lawrence, e Louis Alvarez no desenvolvimento evolutivo dos aceleradores de partículas modernos.7)


A unidade MKS de indução magnética foi adotada em honra a Tesla em 1956. É conhecimento comum entre engenheiros elétricos que ele foi o inventor do campo magnético giratório, do motor de indução e do sistema de distribuição de energia de corrente alternada polifásica* atualmente usado ao longo do mundo civilizado. ? Haraden Pratt, Presidente IRE e posteriormente presidente do Comitê de História do IRE, uma vez escreveu, “Nossa era industrial existente deixaria de funcionar sem as primeiras e maiores contribuições de tesla”.8 Porém, a maioria dos engenheiros elétricos não sabe que, tão tarde quanto 1943, com base nas patentes de seu “Apparatus”, ele (não Marconi?) foi reconhecido pelo Tribunal Supremo dos EUA como tendo prioridade na invenção do “Rádio”. 9,10,11,12 Ainda menos cientistas da computação sabem que, quando certos fabricantes de computador tentaram patentear portas lógicas digitais depois da Segunda Guerra Mundial, o Escritório de registro de patentes dos EUA afirmou que Tesla (na virada do século) tinha prioridade na implementação elétrica de portas lógicas para comunicações seguras, sistemas de controle e robótica. Como resultado, um monopólio em lógica eletrônica não pôde ser assegurado privadamente nos anos 50.


Escrevendo na volumosa edição de 50º aniversário dos Proceedings of the IRE, R.M. Page identifica o Dr. Tesla como o primeiro que “… sugeriu o uso de ondas eletromagnéticas para determinar a posição, velocidade, e curso relativos de um objeto em movimento”,13 e agora parece ser reconhecido amplamente que Tesla, em 1900, foi o primeiro a propor o conceito moderno de radar. 14 Certamente, a entrevista de Tesla com H. Winfield Secor15 aparece nas histórias sobre o radar. 16,17 Ele mantém prioridade legal em controle remoto por rádio, robótica experimental, e comunicação segura por divisão de freqüência multiplexada.18 A técnica de multiplicador de voltagem cascata em multiestágio (“carregando condensadores em paralelo e descarregando-os em série”), depois aperfeiçoada por Greinacher (1920), e Cockcroft e Walton (1932), com uma variante patenteada na Europa por Marx (1923), foi patenteada nos EUA por Tesla em 1897. 19 Durante o centenário de 1984 do IEEE, o Comitê de Atividades Profissionais do IEEE identificou Nikola Tesla entre os “doze apóstolos” da engenharia elétrica. 20 Das primeiras Transações da AIEE nós vemos que Tesla compareceu regularmente a reuniões de AIEE e freqüentemente participou em discussões prolongadas ao fim das apresentações de documentos. Ele foi selecionado para representar a AIEE no Congresso Elétrico realizado em Frankfort em 1892, e foi nessa época que viajou para Bonn para discutir com Heinrich Hertz sobre pesquisa de transmissão sem fios. Tesla serviu a profissão de engenharia elétrica em seus cargos mais altos. No início da década de 1890, ele foi eleito como vice-presidente do que é agora o IEEE. (Na época de sua eleição, Alexander Graham Bell presidiu a AIEE. Tanto Bell quanto Tesla receberiam posteriormente o prêmio de mais alta honra da AIEE.) Tesla serviu dois anos sucessivos como vice-presidente do AIEE. O primeiro livro escrito sobre Tesla era uma coleção de suas conferências públicas, e foi editado e publicado pelo terceiro Presidente do AIEE (Thomas Commerford Martin). 21 Também deveria ser notado que Tesla foi eleito como um Membro Completo do AIEE (agora o IEEE), como também a Associação americana para o Avanço da Ciência, e uma dúzia de outras sociedades profissionais. Ele foi honrado pelo Preussische der Akademie der Wissenschaften em Berlim, e o Presidente do IEE (britânico) disse uma vez, “Tesla foi o maior inventor elétrico que nós alguma vez tivemos em nosso grupo de membros”. 22 Ele recebeu mais de 13 títulos honoris causa (Doutorados e assim por diante) de tais instituições diversas como Columbia, Yale, e as Universidades de Paris, Viena, Praga, Sofia, e muitas, muitas mais.


Recentemente, outro fato fascinante sobre Nikola Tesla veio à luz. Depois de todos estes anos, está documentado agora que ele foi nomeado para um Prêmio Nobel não dividido em Física em 1937. 23 (o nomeador de Tesla, Dr. Felix Ehernhaft, de Viena, havia sido um daqueles que nomearam Albert Einstein para o Prêmio Nobel em 1921.)


Tesla possuía um talento notável para encantar e surpreender seus admiradores ao mesmo tempo em que enfurecia seus críticos. (O fenômeno continua até hoje.) É infeliz que, apesar do fato que várias biografias populares estão atualmente disponíveis, ainda não existe nenhuma autoridade formal definitiva (além de suas próprias publicações dispersas) para consultar sobre os assuntos técnicos de sua carreira científica intrigante e colorida. Tesla foi estimado pelos seus pares como um homem de ciência de primeira classe. Aqueles entendendo mal sua estatura profissional deveriam considerar cuidadosamente o respeito e admiração conferido pelos maiores cientistas vivos de sua própria era (Kelvin, Helmholtz, Crookes, Dewer, Rutherford; premiado com Nobel: Rayleigh, Bragg, Bohr, Millikan, Einstein, Compton, Appleton; e muitos outros incluindo reitores universitários, membros da comunidade de defesa, e até mesmo consultores científicos para o Presidente dos Estados Unidos). É impossível abordar adequadamente as credenciais profissionais ou realizações do Dr. Tesla neste espaço limitado. Contudo, pode ser dito com certeza que ninguém desde o Dr. Franklin§ mexeu mais com o mundo científico e de engenharia.

 

Fontes:

http://www.ceticismoaberto.com/ciencia/tesla.htm
Texto retirado da fonte na íntegra



“DNA ajuda a recriar cor das penas de ave gigante extinta”

Ciência:
História

Nível: Básico/Curiosidade


Um método engenhoso permitiu que pesquisadores reconstruíssem a plumagem de algumas espécies de moas, aves gigantes que desapareceram da Nova Zelândia e chegam a mais de 3 m de altura. O mais engraçado é que os bichos provavelmente eram rajadinhos, mais ou menos como uma codorna de hoje, apesar de seu tamanho avantajado.

A pesquisa liderada por Nicolas J. Rawlence, da Universidade de Adelaide (Austrália), está na revista científica britânica “Proceedings of the Royal Society B”. Rawlence e companhia descobriram que é possível obter DNA das penas dos moas, achadas em sítios paleontológicos e arqueológicos neozelandeses. (Como os moas foram extintos há apenas 700 anos, provavelmente por causa da caça praticada pelas tribos maoris, é relativamente comum achar as penas das aves gigantes.)

O DNA das penas permitiu que os pesquisadores associassem os restos a várias espécies diferentes de moas, cujo material genético já havia sido identificado em ocasiões anteriores. Sabendo a que espécie pertencia cada tipo de pena, veio a segunda etapa: saber como a cor delas tinha se alterado ao longo do tempo.

A sorte dos especialistas é que uma espécie ainda existente de periquito tinha suas penas encontradas com frequência junto com as dos moas. Graças a isso, eles criaram uma escala de esmaecimento das cores — uma medida de quanto e como a cor das penas fica desbotada com o passar do tempo.

A partir disso, os especialistas reconstruíram com bom grau de precisão a cor original das penas dos moas. Eles acreditam que a cor rajada era uma forma de clamufagem contra o principal predador dos bichos, a enorme águia-de-haast, uma ave de rapina cuja envergadura das asas ultrapassava os 3 metros.


 

Fontes:

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1213531-5603,00.html

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